Club de Maringá

Rotary promove agroflorestas sustentáveis em Alagoas

Aos 41 anos, Maria José Cavalcante faz parte do assentamento de agricultores Flor do Bosque, na cidade de Messias, Zona da Mata de Alagoas. Para quem conquistou um pedaço de terra para cultivar graças ao movimento da reforma agrária, Maria vê uma nova mudança em sua vida graças a um projeto do Rotary. O projeto “Plantando Agroflorestas”, do Rotary club Maceió-Farol, une o plantio de alimentos com árvores nativas da região, permitindo maior produtividade, com sustentabilidade do solo, e mais ganhos para os agricultores, que vivem da renda dos excedentes das colheitas, vendidos em feiras locais. “Acredito que a produção tem de ser feita respeitando a natureza. O projeto nos dá orientação para termos mais alimento no mesmo espaço [usado antes], e de termos uma renda a mais, pois quando temos excedente de alimentos, nós vendemos, ele vai para fora [do assentamento]”, destaca Maria. O projeto de agroflorestas chegou à vida de Maria por meio de membros do Rotary que também são professores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). José Roberto Santos, engenheiro agrônomo e especialista em agroflorestas, viu que a forma de plantio dos agricultores da Zona da Mata alagoana poderia ser melhorada, beneficiando as pessoas e o meio ambiente. Aliando o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica, com raízes profundas que ajudam a manter a terra úmida, à plantação de alimentos, o projeto aumenta a produtividade da colheita e recupera o solo degradado. “O resultado é imediato e contínuo. Do segundo mês em diante, após a implantação da agrofloresta, eles já iniciam a colheita e replantio das hortaliças. Depois, eles irão colher lavouras como feijão, milho, abóbora, macaxeira, etc.”, explica José Roberto. Os membros do Rotary estão envolvidos no desenvolvimento do projeto, compra de equipamentos e treinamento técnico dos agricultores. “A primeira etapa é a construção de viveiros para a geração das mudas. Estamos investindo nos viveiros e, depois, investiremos nos equipamentos para as plantações”, conta Flavio Lima, engenheiro civil e professor da UFAL. “O objetivo do projeto é agregar valor à produção. Nessa região, a grande maioria usa queimada e agrotóxico [nas plantações]”, diz. Os investimentos no projeto foram de US$ 33.500, tendo recebido aportes do clube Maceió-Farol, do clube argentino Caleta Olívia, que entrou como parceiro internacional, e da Fundação Rotária. O projeto começou em janeiro e terá duração de um ano. Além do assentamento Flor do Bosque, em Messias, outros três também estão sendo beneficiados: Dom Helder (Murici), Zumbi dos Palmares (Branquinha) e Duas Barras (São Luís do Quitunde). Todos os assentamentos ficam na Zona da Mata alagoana, a cerca de 60 quilômetros da capital, Maceió. Nesta primeira etapa do projeto, cada acampamento constrói um viveiro para suas mudas de árvores. No total, serão plantadas 600 árvores nativas por hectare e cada acampamento terá 15 hectares de agrofloresta. “O sistema é pensado para a utilização de recursos locais e do próprio assentamento, sem a necessidade do uso de agrotóxicos. Espera-se, com esse projeto, aumentar a renda e a qualidade de vida de 60 famílias de agricultores pela produção de alimentos e outros produtos florestais de forma contínua e de qualidade superior”, aponta José Roberto. Para Maria e os outros agricultores beneficiados, além do treinamento técnico e da perspectiva de ganhos maiores, fica um importante aprendizado. “Aprendemos a conviver com a natureza. Aprendemos a respeitar e observar a natureza, a usar uma área que antes não era usada e a proteger as nascentes de água”, conclui.

Postado em 27 de Julho de 2020

JULHO: MÊS DOS NOVOS DIRIGENTES - Emerson Sanches, presidente do Rotary Club de Maringá Aeroporto

Emerson Toninello Sanches, presidente do Rotary Club de Maringá Aeroporto Rotariano há 12 anos, Emerson é empresário e já assumiu diferentes cargos no clube para conhecer seu funcionamento. “Ser presidente do meu clube é uma honra, poder servi-lo e sobretudo crescer como pessoa, os treinamentos oferecidos no PETS são ferramentas para a vida, seja no âmbito rotário, na família ou profissional”, afirma. Segundo o presidente, sem entrar na esfera da saúde e seus necessários cuidados, a COVID-19 veio para modificar o relacionamento pessoal. “Com isto aproveitamos com mais intensidade algumas tecnologias que aí estavam (reuniões on-line), até então tudo era presencial, reuniões de diretoria às vezes canceladas porque alguém estava fora da cidade, encontrar um local para a reunião... Agora não,  as reuniões podem ocorrer onde você estiver. Claro, que sentimos a ausência dos encontros presenciais, o companheirismo, a conversa de pé de ouvido, mas após esta pandemia, acredito que poderemos utilizar uma forma mista entre presencial e on-line, onde todos poderão participar. Outra inovação oriunda deste momento seria a gravação em meios digitais dos treinamentos, agora todo companheiro(a) interessado (a) terá acesso ao mesmo conteúdo que o presidente teve, isto é um ganho substancial na qualidade do repasse do conhecimento rotário”. Conforme o presidente, em relação aos projetos será possível visualizar necessidades das comunidades que, anteriormente, estavam ofuscadas. A arrecadação para os subsídios, enquanto durar a pandemia, será mais voltada à eventos drive thru e on-line (rifas, lives, shows). “Novamente: estamos nos reinventando. E acredito que o atual momento, de certa forma, seja favorável para novos associados, pois em muitas pessoas aflorou o desejo escondido de ajudar o próximo”. Larissa Nakao Comunicação - Distrito 4630 do Rotary International

Postado em 23 de Julho de 2020

JULHO: MÊS DOS NOVOS DIRIGENTES - Eduardo Meurer, presidente do Rotary Club de Jandaia do Sul

Rotariano há quase quatro anos, Eduardo Meurer é professor adjunto na Universidade Federal do Paraná – campus avançado de Jandaia do Sul. Associado de um clube que ,já tem como característica a eleição dos próximos presidentes, com a antecedência de pelo menos três anos (como é feito com os governadores de Rotary), Eduardo vem se preparando durante todo esse tempo, que lhe permitiu adquirir bastante conhecimento sobre Rotary. “A presidência é mais figurativa, pois o Rotary Club de Jandaia do Sul é bem organizado e as funções dentro do clube são bem definidas, os próximos presidentes são escolhidos por eleição pelo Conselho Diretor e este planejamento facilita a transição de forma natural”, destaca Eduardo. Muitos encaram a presidência como uma árdua função e enquanto alguns clubes têm dificuldade em escolher o próximo presidente, para Eduardo exercer este cargo é uma grande honra. “Nós fazemos tantos projetos agradáveis, de grande impacto na vida das pessoas, que não somamos como um ‘peso’ assumir mais uma função na nossa rotina. A família participa, minha esposa, meus filhos estão sempre envolvidos. Para estar no Rotary é preciso que seja legal também, que o rotariano esteja se divertindo. Quando nos sentimos bem, fazemos naturalmente, não nos toma mais tempo, é como se fosse um hobby”, declara. De acordo com Eduardo, ser presidente em tempos de distanciamento social abriu possibilidades para se fazer Rotary de uma forma diferente. Em Jandaia do Sul, o clube tem convidado palestrantes diferentes para as reuniões virtuais, gerando mais discussões. Está previsto para ser fundado neste ano o Rotary Club Satélite Universidade, que já possui 6 associados, além de tornar o Rotary Club de Jandaia do Sul, Empresa Cidadã. Larissa Nakao  Comunicação - Distrito 4630 do Rotary International

Postado em 23 de Julho de 2020

Móveis Maldonado tem mais de 50 anos de história

Empresa Cidadã do Rotary Club de Janiópolis, a empresa familiar Móveis Maldonado já é tradicional em Janiópolis, com mais de 50 anos de história. Com seis funcionários, ela é especializada em artigos e móveis de decoração, sempre atenta às principais tendências do mercado de arquitetura e interiores. Segundo Regina Célia Lopes da Silva, sócio-proprietária da empresa, os investimentos destinados ao programa são uma forma de ajudar as pessoas mais necessitadas. Esposa de rotariano, ela explica que o marido já foi presidente da APAE de Janiópolis por duas gestões. “Prezamos por realizar boas ações, por ajudar ao próximo. Ser uma Empresa Cidadã foi uma maneira de colaborar ainda mais com o Rotary, pois conhecemos todos os pormenores que resultam nos projetos para a comunidade. Sabemos que podemos confiar”, afirma.            

Postado em 16 de Julho de 2020

Wakanda Rotária: Jovens negros mostram sua força e sua voz no Rotaract

Enquanto o movimento pela valorização das vidas negras ganhava as ruas no Brasil e no mundo nos últimos meses, um grupo de associados do Rotaract, clube de Rotary voltado ao público jovem, se formava para mostrar a representatividade da população negra dentro do mundo rotário. Filipe Bento, Natália Lopes e Daniel Cerverizzo são de clubes e cidades diferentes, mas se uniram por meio do Twitter para criar um espaço em que os jovens negros do Rotaract pudessem ter apoio mútuo e visibilidade. “Existem diversos grupos (dentro do Rotaract): para vôlei, para direito, xadrez, lgbtqi+. Ou seja, existem diversos grupos, mas por que não um grupo para pessoas negras?”, questionava Natália. Com o mesmo sentimento e necessidades semelhantes, ela, Filipe e Daniel criaram em maio deste ano o Wakanda Rotária. Para quem não sabe, Wakanda refere-se a um país fictício do universo de heróis da Marvel, localizado na África subsaariana. Nação do herói Pantera Negra, Wakanda é o país mais avançado do mundo, social e tecnologicamente. Assim, a referência ao país fictício é carregada de simbolismo para os criadores do grupo do Rotaract. “Tem um termo que a gente usa que chama ‘afrofuturismo’, que é a ideia de se pensar o futuro com um recorte racial. E sempre que a gente fala sobre futuro, a gente tem que pensar em um futuro onde as questões raciais são deixadas de lado, não por negligência, mas porque elas não são mais necessárias. E o filme trouxe essa perspectiva para a gente do ponto de vista estético, onde a gente pode assistir uma obra e ver um futuro onde as questões raciais são ultrapassadas, são superadas”, explica Filipe. Se você não é negro e acha que essa questão de representatividade não é relevante, é melhor olhar os números e pensar de novo. O Brasil é majoritariamente uma nação formada por negros e pardos (56,10% da população, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE), mas eles são minorias em grupos considerados de elite como o Rotary e o Rotaract. No Rotaract, por exemplo, de um total de 8.366 associados brasileiros, apenas 657 se declaram como negros, ou seja, menos de 8% de seus membros. E esse fato faz uma grande diferença para as pessoas negras que já integram os clubes. “No ano passado, no último encontro paulista de Rotaracts, eu lembro que em alguma parte do evento, estavam eu e a Natália e eu falei para ela olhar ao redor e ver quantas pessoas afrodescendentes havia ali. E dava para contar nos dedos”, relembra Daniel. “Em um evento que abrange São Paulo e Rio de Janeiro, dar para você contar nos dedos de uma mão o número de afrodescendentes mostra que tem alguma coisa errada. A partir daquele momento, eu vi que a gente tinha que mudar esse cenário”, explica. Em época de pandemia, e com seus mais de 120 participantes espalhados em diferentes estados brasileiros, o Wakanda Rotária tem realizado seus eventos pela internet. Já foram dois debates, um com o tema “Movimento negro no Brasil: A História” e o outro com o tema “A cronologia das leis brasileiras e seu papel no curso da população negra no Brasil”. Os temas dos debates foram escolhidos por pesquisa de interesse feita entre os próprios membros do grupo. As “lives” têm atraído uma audiência formada por negros e brancos interessados em conhecer uma parte da história do Brasil que fica um tanto escondida no ensino tradicional de nossas escolas. “Tem muita coisa que não se aprende na escola ou que a família não ensina. São coisas que a gente tem que ir e correr atrás daquele ensinamento. Então, a gente sentiu que tinha essa necessidade”, destaca Natália. Além de passar um outro lado da história brasileira, os debates promovidos pelo grupo também visam a ajudar a população negra a entender e a ter maior apoio em situações que, infelizmente, são recorrentes em seu cotidiano. “Como eu vou saber se é racismo, se eu não tenho conhecimento sobre racismo? Como vou saber se é injúria, se eu não tenho conhecimento sobre injúria?, pergunta Natália. “Então, estamos trazendo esse conhecimento desde o início por meio das ‘lives’”. O grupo tem servido como importante base de apoio para seus membros, que agora buscam ajuda uns nos outros quando se veem em alguma situação incômoda gerada pela discriminação. “Depois da criação do grupo, eu me sinto mais seguro em abrir questões com os participantes. Perguntar se as pessoas já passaram por uma situação (semelhante)”, diz Daniel. Para ele, o Wakanda Rotária também deu maior visibilidade aos negros dentro do Rotaract. “Em relação aos outros rotaractianos, eles estão nos enxergando mais. Não somos mais pontinhos pretos soltos, agora, é um amontoado, a gente se uniu”, afirma. Sobre o movimento popular para a valorização das vidas negras, que deu o impulso para a criação grupo, os três acreditam que foi um importante momento de visibilidade midiática para a causa, mas que há questões muito mais profundas a serem atacadas. “Acho que essas ondas têm importância significativa, sim. Elas fazem a gente refletir. Principalmente quem não conseguia enxergar esses problemas na sociedade. Mas, de onde surge tudo isso, a gente não está nem perto de chegar nessas discussões ainda”, avalia Filipe. “Aqui no Brasil, a gente ainda não superou a escravidão. Aqui, a maior parte da nossa população mais pobre é também negra, e não é por acaso. Então, o Brasil tem o desafio gigantesco de se enxergar como nação que foi construída em cima de povos que foram escravizados. Assim como a Alemanha tem vergonha hoje do que foi o nazismo, a gente tem que ter essa vergonha do que foi o movimento escravagista aqui no Brasil, que é uma coisa que a gente está longe ainda de conseguir”, aponta. “Então, acho que essas pautas são importantes, elas trazem uma discussão pontual que é muito relevante, a gente reconhece o valor da discussão, mas, para a gente, está longe ainda, a gente não cria nem uma esperança de que vai mudar muita coisa, porque a realidade é um pouco mais cruel”, diz. Daniel concorda com a colocação do colega. “O Filipe usou um exemplo que é muito bom, a Alemanha. Lá, existem museus, existem monumentos históricos que estão lá para eles sempre lembrarem do que aconteceu. E o Brasil é totalmente o oposto disso, o Brasil tenta esconder, a gente não fala, parece que é um tabu. Existe um silêncio quando a gente fala nisso (a escravidão e suas consequências)”. Dentro do Rotaract, eles acreditam que é possível fazer um trabalho para atrair novos associados negros e fazer com que os mesmos se sintam acolhidos dentro dos clubes. “Acho que o primeiro passo é quebrar aquela imagem de que a família rotária é só para ricos, porque não é. Temos que fazer eventos mais acessíveis, mostrar que a família rotária abraça todo mundo. Nosso trabalho está aí para quebrar essa imagem”, opina Daniel. “Eu acho que nós fazemos a nossa própria representatividade, permanecendo firmes e fortes nos nossos clubes para que as pessoas de fora vejam que existem pessoas negras dentro da família rotária, existem pessoas que têm voz. Eu acredito que esse é um dos primeiros passos, a nossa visibilidade, a nossa própria permanência para que as pessoas de fora vejam que não é só branco, só rico e assim por diante”, conclui Natália.   Daniel Cerverizzo é associado do Rotaract Club de São José do Rio Preto – Inspiração Filipe Bento é associado do Rotaract Club de Ouro Preto Natália Lopes é associada do Rotaract Club de Adamantina Quem quiser entrar em contato com o grupo pode seguir sua conta no Instagram @wakandarotaria. Usando a hashtag #wakandarotaria no Twitter, você encontra as postagens já feitas sobre os debates do grupo.

Postado em 15 de Julho de 2020

Auto Peça Janiópolis renova parceria com o Programa Empresa Cidadã

Proprietário da Auto Peças Janiópolis, Mauro Francisco da Silva renovou para o ano rotário 2020-21 a participação de sua empresa no Programa Empresa Cidadã. Fundada em 1984 por seu pai, o senhor Mário, o empresário trabalha na Auto Peças há 32 anos com a ajuda dos filhos. “Atendemos o município e região, por ser uma empresa com bastante tempo de mercado temos uma boa clientela nessa área de veículos”, comemora Mauro. “Decidimos renovar o contrato com o Programa Empresa Cidadã, por ser um investimento confiável, é uma forma de fazermos nosso papel de ajudar ao próximo e praticar o bem. Como rotariano, me sinto na obrigação de dar exemplo e como empresário, acho que o programa cumpre com o seu propósito de melhorar a vida das pessoas. É uma possibilidade que o Rotary tem para aqueles que querem fazer a diferença na sociedade e não sabem por onde começar”. Retorno – O empresário tem divulgado a parceria através do banner de Empresa Cidadã colocado dentro da loja, como também o selo digital em suas notas fiscais. “O apoio ao programa é mais pelo sentimento de que podemos fazer a diferença na vida de outras pessoas, em qualquer canto do mundo, sem pensar em nada em troca. É muito gratificante ser solidário ao próximo, mesmo sem conhece-lo. O Rotary é uma organização extremamente séria e que tem realizado grandes projetos em prol de muitas pessoas”, declara Mauro. Larissa Nakao - Comunicação

Postado em 13 de Julho de 2020

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ENTREGA DE MÁSCARAS na CASA DA AMIZADE

No dia  04/08/2020, o Rotary Club de Maringá Horto, participou da entrega de máscaras as entidades assistências de Maringá, indicadas pelos companheiros do club,  o evento tem a participação da UTFPR campos Jandaia do Sul-PR., e do  BANCO ITÁU. Nosso muito obrigado aos parceiros  e entidades assististidas.

Em 04/08/2020 por Rotary Club de Maringa-Horto

Entrega de 5.000 Máscaras de tecido aos clubes de Campo Mourão

Na última quarta-feira dia 29 de julho, participamos da entrega das 5 mil máscaras de tecido para os clubes de Campo Mourão distribuirem para a comunidade, para ajudar no enfrentamento do coronavírus.Esta ação se tornou realidade graças à iniciativa do Rotary Club de Jandaia do Sul, clube do governador Joel Severino Chaves.A doação ao Rotary veio da Fundação Itaú para a Educação e Cultura, através da Funpar – Fundação da Universidade Federal do Paraná para o Desenvolvimento da Ciência, da Tecnologia e da Cultura.O secretário municipal de Saúde, Sérgio Henrique dos Santos, acompanhou o recebimento na Casa da Amizade.

Em 02/08/2020 por Rotary Club de Campo Mourão-Lago Azul

AGOSTO - MÊS DO DESENVOLVIMENTO DO QUADRO ASSOCIATIVO E EXPANSÃO

Você sabe o que faz um Rotary Club???Tem curiosidade em saber??? O Rotary é uma entidade centenária, fundada em 1905, que se dedica a prestar serviços humanitários em suas comunidades e no mundo. As ações do Rotary pelo mundo procuram criar e fortalecer vínculos internacionais buscando a pacificação mundial e melhorar a qualidade de vida dos seres humanos. Para alcançar esses objetivos, nós focamos nossas ações em 06 (seis) áreas específicas:- promoção da paz- combate a doenças- água limpa e saneamento- saúde de mães e filhos- apoio a educação- desenvolvimento econômicoDesde 1985, o maior compromisso assumido mundialmente por nós, foi a Erradicação da Poliomielite no Mundo, e por meio da "Iniciativa Global de Erradicação da Pólio" ajudamos a reduzir os casos em 99,9% no mundo todo. Apoie um Rotary Club. Valorize suas ações.Venha conhecer nossa História. Neste mês de agosto voltamos nossa atenção ao Desenvolvimento do Quadro Associativo e Expansão. #RotaryMarialva #Distrito4630 #EndPolioNow #Rotary

Em 01/08/2020 por Rotary Club de Marialva

JULHO: MÊS DOS NOVOS DIRIGENTES - Emerson Sanches, presidente do Rotary Club de Maringá Aeroporto

Emerson Toninello Sanches, presidente do Rotary Club de Maringá Aeroporto Rotariano há 12 anos, Emerson é empresário e já assumiu diferentes cargos no clube para conhecer seu funcionamento. “Ser presidente do meu clube é uma honra, poder servi-lo e sobretudo crescer como pessoa, os treinamentos oferecidos no PETS são ferramentas para a vida, seja no âmbito rotário, na família ou profissional”, afirma. Segundo o presidente, sem entrar na esfera da saúde e seus necessários cuidados, a COVID-19 veio para modificar o relacionamento pessoal. “Com isto aproveitamos com mais intensidade algumas tecnologias que aí estavam (reuniões on-line), até então tudo era presencial, reuniões de diretoria às vezes canceladas porque alguém estava fora da cidade, encontrar um local para a reunião... Agora não,  as reuniões podem ocorrer onde você estiver. Claro, que sentimos a ausência dos encontros presenciais, o companheirismo, a conversa de pé de ouvido, mas após esta pandemia, acredito que poderemos utilizar uma forma mista entre presencial e on-line, onde todos poderão participar. Outra inovação oriunda deste momento seria a gravação em meios digitais dos treinamentos, agora todo companheiro(a) interessado (a) terá acesso ao mesmo conteúdo que o presidente teve, isto é um ganho substancial na qualidade do repasse do conhecimento rotário”. Conforme o presidente, em relação aos projetos será possível visualizar necessidades das comunidades que, anteriormente, estavam ofuscadas. A arrecadação para os subsídios, enquanto durar a pandemia, será mais voltada à eventos drive thru e on-line (rifas, lives, shows). “Novamente: estamos nos reinventando. E acredito que o atual momento, de certa forma, seja favorável para novos associados, pois em muitas pessoas aflorou o desejo escondido de ajudar o próximo”. Larissa Nakao Comunicação - Distrito 4630 do Rotary International

Em 23/07/2020

JULHO: MÊS DOS NOVOS DIRIGENTES - Eduardo Meurer, presidente do Rotary Club de Jandaia do Sul

Rotariano há quase quatro anos, Eduardo Meurer é professor adjunto na Universidade Federal do Paraná – campus avançado de Jandaia do Sul. Associado de um clube que ,já tem como característica a eleição dos próximos presidentes, com a antecedência de pelo menos três anos (como é feito com os governadores de Rotary), Eduardo vem se preparando durante todo esse tempo, que lhe permitiu adquirir bastante conhecimento sobre Rotary. “A presidência é mais figurativa, pois o Rotary Club de Jandaia do Sul é bem organizado e as funções dentro do clube são bem definidas, os próximos presidentes são escolhidos por eleição pelo Conselho Diretor e este planejamento facilita a transição de forma natural”, destaca Eduardo. Muitos encaram a presidência como uma árdua função e enquanto alguns clubes têm dificuldade em escolher o próximo presidente, para Eduardo exercer este cargo é uma grande honra. “Nós fazemos tantos projetos agradáveis, de grande impacto na vida das pessoas, que não somamos como um ‘peso’ assumir mais uma função na nossa rotina. A família participa, minha esposa, meus filhos estão sempre envolvidos. Para estar no Rotary é preciso que seja legal também, que o rotariano esteja se divertindo. Quando nos sentimos bem, fazemos naturalmente, não nos toma mais tempo, é como se fosse um hobby”, declara. De acordo com Eduardo, ser presidente em tempos de distanciamento social abriu possibilidades para se fazer Rotary de uma forma diferente. Em Jandaia do Sul, o clube tem convidado palestrantes diferentes para as reuniões virtuais, gerando mais discussões. Está previsto para ser fundado neste ano o Rotary Club Satélite Universidade, que já possui 6 associados, além de tornar o Rotary Club de Jandaia do Sul, Empresa Cidadã. Larissa Nakao  Comunicação - Distrito 4630 do Rotary International

Em 23/07/2020

DOAÇÃO DE CAMAS HOSPITALAR A SANTA CASA DE MARINGÁ

LUIZ CARLOS BRANCO FLAMENGO  (Presidente  2019/2020).   Hoje foi um dia mais que especial para nós Rotarianos.Eu, governador Renato, Humberto e o presidente Emerson efetuamos junto a Santa Casa de Maringá a entrega do restante dos equipamentos do projeto global atendimento a catástrofe, efetuado pelo distrito, sendo 10 camas eletrônicas e um aparelho vídeo laringoscópio . Os diretores do hospital ficaram encantados com a qualidade dos equipamentos e nos falaram que estavam necessitando muito dessas camas que já iam colocar em uso.Isso é Rotary !!! Parabéns Rotarianos ! Parabéns governadores !

Em 20/07/2020 por Rotary Club de Maringa-Horto

Reuniões Segundas-Feiras | 20:00
Av. Cerro Azul,199 Cep: 87010-000